sexta-feira, 6 de junho de 2014

PROCESSO DE COACHING - DA ESCOLHA AO TÉRMINO DA CARREIRA

Inspirado no método de perguntas socráticas para extrair respostas e no trabalho dos tutores dos filhos de nobres e abastados, educadores em longas viagens em "coche" (francês, carruagem desenvolvida na Hungria do sec. VX, na cidade de Kócs), o Coaching (originado de Coach, treinador, do inglês) veio instituindo-se como um processo de tutoria na Oxford de 1830, inserindo-se no mundo dos negócios pelos idos de 1950 e enriquecendo-se, progressiva e largamente, como uma sólida metodologia transdisciplinar, a partir de Gallwey em 1974.

Nos EUA, segundo o jornal Executive Channel, mais de 40% dos executivos já passaram pelo processo de Coaching. Sendo um método tão difundido que muitas empresas oferecem o serviço de Coaching como benefício do cargo (fonte IBC).

O Coaching propõe: Que tal fazermos algo diferente e melhor, sair de um estado atual indesejado para outro desejável, exatamente como você merece, o satisfaz e o torna pleno?

Para tal, o Coaching tem por base os princípios de não julgar, focar no futuro, requisitar ações, sigilo, confiabilidade e ética como alicerce dos quatro pilares que o sustentam e se apresentam como humanidade, fundamentos teóricos, ferramentas e modelos e competência profissional, utilizando-se de diversas disciplinas como, Pedagogia, Sociologia, Antropologia, Administração de Empresa, Psicologia, Filosofia, Teologia, Programação Neurolinguística e Recursos Humanos, para seus fins de maximizar o potencial humano em suas buscas por objetivos específicos.

Cada um de nós tem em mente o que nos realiza e o que não queremos, e, passamos a vida em busca de criarmos as condições que mais nos direcionam para uma plenitude em particular. Toda decisão que tomamos, ou nos aproxima de um anseio interno, ou nos afasta completamente, impulsionados por fatores subjetivos de afeições.

O Coach (profissional), através de suas ferramentas e técnicas, identifica o perfil, ouve a insatisfação, reflete seu estado atual e torna claro o que é a plenitude para o Coachee (cliente), ensinando a aprender e a maximizar seu potencial latente.

Estabelecendo uma relação de parceria, investiga as incongruências, incompatibilidades e os impedimentos internos e ambientais, reais ou imaginários, verificando os recursos reais, oportunidades e a rede de relações favoráveis ao estado desejado de seu cliente.

Então, juntos, o Coach traça estratégias que se consolidarão como comprometimento e cumprimento das atividades estabelecidas na busca de um estado de plenitude que será indicativo dos resultados alcançados.  
No processo, o Coachee (cliente) é acompanhando, cobrado, motivando, orientando e tutorado até o alcance do critério de avaliação do êxito (cenário estabelecido com bases realistas), pelo cliente, encerrando assim o processo contratado, passível de acompanhamento esporádico posterior, se assim desejado pelo cliente.

Existe uma diversidade de processos de Coaching dentro de modalidades primárias como as de Vida, Carreira e de Negócios. Ao falarmos de Coaching de Carreira, principalmente, identificamos momentos decisórios, bem delimitados, onde as pessoas costumam precisar encontrar respostas, modos, meios e soluções demandadas de necessidades e anseios profissionais. Nesta modalidade podemos identificar as demandas mais solicitadas como:

COACHING DE VOCAÇÃO: Coaching para auxiliar na descoberta da vocação, escolha de profissão, orientado para estabelecer conhecimento profundo e segurança na escolha e nos rumos de uma nova profissão/formação.

COACHING DE ENTREVISTA E CURRÍCULO: Preparação e estratégias para uma boa entrevista de emprego específica ou aleatória. Aprendendo a lidar com a realidade das seleções sem se abalar com as negativas.

COACHING PARA PRIMEIRO EMPREGO: Processo semelhante ao anterior, buscando desenvolver aspectos de valor e comportamentos profissionais requeridos e ainda não desenvolvidos pelo iniciando.

COACHING PARA EMPREENDEDORES: Coaching que trabalha para reduzir riscos em novos empreendimentos através da maximização do potencial do empreendedor.

COACHING PARA PERDA DE EMPREGO: Coaching que busca equilíbrio emocional, recursos e segurança para novos Horizontes profissionais.

COACHING PARA MUDANÇA DE CARREIRA: Auxílio para abandono de uma carreira para ingresso em outra, buscando segurança na escolha e estratégia na transição.

COACHING DE REDIRECIONAMENTO DE CARREIRA: Busca-se, dentro de uma mesma carreira, outro posicionamento mais adequado ao perfil.

COACHING PARA BLOQUEIOS DE CARREIRA: Auxílio para estabelecer forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, com a finalidade de transpor obstáculos e adequar-se para um estado desejado.

COACHING PARA AMBIENTAÇÃO EXECUTIVA: Auxílio para aclimatar, acelerar e potencializar resultados de executivos recém-contratados.

COACHING PARA APOSENTADORIA: No nicho de Carreira serve para auxiliar pessoas que desejam uma nova atividade profissional após se aposentar (diferente da APOSENTADORIA DO LIFE COACHING, que busca lidar com as dificuldades e criar novos objetivos de vida). Para quem vai se aposentar, ou já se aposentou, aprendendo a lidar com o desapego da rotina anterior e a geração de novo sentido de vida.

Não havendo como se desviar de algumas destas fases da vida profissional que causam angústias, em qualquer indivíduo, o Coaching se apresenta como uma solução imediata e eficaz, dispondo o Coach como parceiro, ávido por também realizar-se pelo êxito de seu trabalho, consolidado na realização da plenitude alcançada nos resultados positivos de seus clientes.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Como o Coach Trabalha



ººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººº

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Reflita sobre o rumo que tem dando para sua vida. 
Como esperar que a vida mude, se continuar a fazer tudo igual. Pense nisso!
_________________________________________________________________

Letra Inspiradora: Firework (tradução) p/ entender

Firework Clipe (para sentir)

quarta-feira, 17 de abril de 2013

terça-feira, 16 de abril de 2013

Mudando Hábitos

Existe no ser humano dois tipos de aprendizagem que correspondem ao que se agrega nas interações com o ecossistema ao seu redor, conhecimento nato, e o que já vem no ser como herança do desenvolvimento biológico, ou conhecimento inato.

Aprender significa incorporar padrões que modificam os já estabelecidos. Gera mudança de comportamento como critério avaliativo de resultado. Ou seja, aprender gera mudança comportamental.

Biologicamente, as informações circulam no cérebro através dos neurônios, responsáveis pelos impulsos eletroquímicos que vão gerar os pensamentos, sensações, processos, etc.

Quando se estabelece um padrão comportamental, uma sequência de neurônios e acionada e fica propensa, magneticamente, a repetir o padrão original. Este caminho eletroquímico, uma vez utilizado, torna-se tendente a repetir-se até que se torne uma via segura e ágil para responder aos estímulos que provocaram tal programação. Deu-se um aprendizado ou condicionamento, cuja função é tornar o ser ágil para responder adaptativamente os variáveis e inconstantes desafios da manutenção e perpetuação de sua existência.

Mesmo que não se precise de tal resposta, ainda assim permanece o padrão criado e o ser pode passar a responder de forma defensiva a impulsos puramente interpretativos de sua mente (não reais), como uma possibilidade de ameaça, necessariamente, não existente. Gera-se então a ansiedade.

Ao repetir-se os padrões que despertam as reações de defesa antecipadas, para preparar o indivíduo para reagir, sem a ocorrência do fato esperado, reforça-se cada vez mais as conexões neurológicas, ou caminhos eletroquímicos geradores de tais comportamentos.

A resposta para tal incoerência natural é a mudança dos padrões através de estímulos para outros ramos de conectivos do cérebro. É a reprogramação através da busca por um padrão diferente, que desviará a tendência ao comportamento estereotipado para outra direção, até que com a continuidade se dê um novo aprendizado.

Quando os padrões se modificam, as conexões originais se enfraquecem por menos uso e as novas se fortalecem, tornando-se vias principais para novas respostas para velhos estímulos.

Em resumo, mudar algo que se aprendeu requer acrescentar novo direcionamento ao que já se tem assimilado, é dar novo sentido ao que se já sabe e não apagar tudo que se adquiriu.

Todo aprendizado se apresenta como mudança de comportamento aproveitando todos os demais aprendizados anteriormente adquiridos.

Na natureza nada se perde e nada se cria. Tudo se transforma.


Lembre-se, dentro de você existe infinitos aprendizados adquiridos ao longo de sua vida. Transformá-lo é o trabalho e, todo potencial para a mudança encontra-se latente dentro de cada um. É preciso primeiro saber que rumo tomar para em seguida traçar o caminho e caminhar em sentido contrário ao indesejável, porém voltado para o ponto que nos fará mais felizes, reprogramando-se para melhores hábitos que precisam ser repetidos, mais e mais, a cada dia.

Ricardo Ramos

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Mudança

Muitas vezes, não estando satisfeitos com o rumo que a vida segue, pensa-se em mudar, sem saber exatamente o quê. Algo incomoda e angustia, enquanto se está como cego no meio do furacão.

Então, é bom entender que qualquer processo de mudança precisa partir de alguns pressupostos muito bem definidos. Um é o estado atual em que se encontra o indivíduo, outro é uma visão clara do que se deseja alcançar, ainda outro seria, quais os recursos para se alcançar o que se precisa, para se mobilizar em direção do almejado. 

Lembre-se que o foco sobre o que "não se quer" não leva a nenhum lugar objetivo. Somente uma visão clara do que se quer, pode suscitar questionamentos fortes, o suficiente, para tirar o indivíduo da inércia e impeli-lo a busca pela mudança com segurança.

Assim, o primeiro passo para uma mudança é estabelecer o objetivo claro.
O que realmente desejo da vida?
Onde quero chegar?
Quando estiver lá, o que vou sentir?
O que ocorrerá de valoroso quando eu alcançar?
O que pode ocorrer de negativo com este alcance?
Alcançar vai modificar minha vida para melhor?
Poderei compartilhar meu alcance? Com quem? Por que é importante compartilhar? Ou não é?
O que desejo é uma finalidade em si, ou é um meio de se chegar a outro ponto?
Que ponto desejaria alcançar depois deste objetivo?

Questionamentos deste tipo nos levam a conhecer bem o que queremos, ou onde queremos chegar.
É fundamental, também, praticarmos o velho... "conhece-te a ti mesmo e conhecerás os homens e os Deuses do Universo" (frase atribuída a Tales de Mileto, um dos Sete Sábios da Grécia - Inscrição do frontispício do templo de Delfos).

É preciso conhecer-se a si para saber o exato gasto de energia necessário para se projetar para um Eu desejável. A isto podemos chamar de grau de consistência. Depende de uma noção clara de suas capacidades, ou estado atual, como ponto de partida para se alcançar um objetivo, ou estado de ser, desejável.

Daí surge uma questão importante: qual a distância entre o que se é, ou onde se está, para o que se quer ser, ou onde se quer estar?

Se a distância entre o que se é e o que se quer exigir pouco esforço, então o grau de consistência é grande e o potencial para a mudança é grande, também.

Na medida em que o que desejo requer muitas ações intermediárias, até se chegar onde se quer, significa que o grau de consistência diminuiu e consequentemente a possibilidade de realizar-se.

Se entre o que se deseja e o que se pode, existir uma distância muito grande, anula-se o poder de realização direto e carece de uma estratégia onde através de alcance de objetivos ou metas intermediárias se possa chegar onde se quer.

Uma coisa é certa... uma vez traçado o foco e desmembrado o objetivo em várias pequenas metas realizáveis, na medida em que o ser vai vencendo, uma à uma, sua crença em sua autoeficácia vai se solidificando e aumentando seu grau de resiliência (capacidade de superar dificuldades e se fortalecer com isto) tornando-o, cada vez mais, um ser capaz de promover mudanças em si mesmo, pelo fato de ter agregado em sua autoestima o entendimento de que faz parte de sua identidade ser superador de obstáculos. 

O indivíduo passa a crer, sobre si mesmo, que tem o poder de autorregeneração, de crescimento, de transpositor de barreiras e, acredita, convictamente, que tem o poder da resistência e persistência onde, aconteça o que acontecer, ele é o responsável por manter-se, ou não, no foco e no domínio da mudança que deseja promover.


Assim, mudar requer autoconhecimento para se conhecer o Eu real e onde precisa mudar, exatamente; onde se quer chegar, para não se perder no meio do caminho e, não basta saber o que não se quer, é preciso estabelecer exatamente o quê, como estado desejado; por fim avaliar se existe congruência entre o que se é e o que se deseja, de si mesmo e, os reflexos que isso possa ter, não só na própria vida, mas por desdobramento, na vida dos nossos próximos.

Para andar cem metros é preciso, somente, se concentrar em um único e bem realizado passo. Depois do primeiro, pensa-se em repeti-lo mais aperfeiçoado e confortável que o anterior e, assim, cada um dos passos até o centésimo será um exercício de crescimento que, por si, tará sido mais importante que o centésimo passo, aquele que te mostrará o quanto se é capaz de crescer com os pequenos gestos.

Ricardo Ramos.


sexta-feira, 30 de março de 2012

Coach

Um parceiro a toda prova
Inspirado no Método Socrático que estabelece uma relação de aprendizagem (ensinar-aprender) pelo debate de temas e idéias na busca das respostas existentes dentro de cada um, a ação do Coach tem, por finalidade, ajudar pessoas a conquistar ascensão pessoal ou profissional com consequências positivas institucionais, ampliando aptidões, melhorando performances e até mesmo modificando maneiras de pensar o mundo e modos de agir. Trata-se de uma parceria dinâmica, concentrada na ampliação da visão de futuro que propiciará realização de conquistas.

O Coach auxilia a visualizar possibilidades, caminhos e potenciais não percebidos, intervindo com estratégias no pensar e no comportamento do cliente, comprometendo-se na busca pela conquista de determinados resultados, trabalhando com foco na totalidade do indivíduo para restabelecer equilíbrio nas mais diversas áreas de existência do mesmo, por meio da promoção de seus atributos, potencialidades e talentos essenciais à empregabilidade e à sua qualidade de vida.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Psicopedagogia


A Psicopedagogia tem sua atuação em diversos âmbitos das áreas de saúde educação, ação social, clínica e institucional recorrendo a várias áreas e estratégias pedagógicas com o objetivo de ocupar-se dos problemas que podem surgir nos processos de transmissão e apropriação de conhecimentos, empregando ações em áreas preventivas ou de tratamento sobre as possíveis dificuldades e transtornos da aprendizagem.
Situando-se entre os campos da Saúde e da Educação seu fazer visa compreender as variadas dimensões da aprendizagem humana, que, afinal, ocorrem em todos os espaços e tempos sociais, sendo que, para tal, faz uso da integração e síntese de vários campos de outros conhecimentos, tais com a Psicologia, a Psicanálise, a  Filosofia, a  Psicologia Transpessoal, a Pedagogia, a Neurologia, entre outros, identificando-se caracterizando-se
multidisciplinar.